É uma peça de teatro. Mas assombra. A qualidade do trabalho textual, cênico, artístico, condensam em cada linha desta tragédia, e vou usar aqui a palavra Tragédia com T maiúsculo porque na opinião deste humilde resenhista esta é a maior entre as Tragédias todas. Édipo matou o próprio pai o rei Laio e casou-se com a mãe Jocasta. Não sabia de nada disso. Foi criado longe de casa porque Laio foi ao oráculo que o alertara que seu filho recém nascido faria exatamente o que fez. Foi por tentar escapar deste cruel destino que o rei acabou por girar a roda que o levaria à morte e seu filho à Tragédia. A história começa com o o reino de Tebas em desgraça, que apenas seria dissipada pela morte do assassino do rei. Édipo organiza um inquérito público para desvendar o enigma. À medida que a solução se apresenta, fica cada vez mais evidente o fatal destino de Jocasta e Édipo. Esse texto influenciou todo o mundo: de Ocidente e Oriente, de Aristóteles a Freud. E vai te influenciar também. Excelente leitura!
Este é um blog pessoal, mas pode ser muito mais que isso. Uma propaganda de clássicos da literatura (ou não tão clássicos) (ou nem tão literatura), mas algumas indicações em poucas palavras do que me emociona em cada um dos livros que li, do meu percurso de bibliófilo, da minha vida voltada aos livros. Um ponto de partida virtual. A grande questão ao público neste espaço é sempre a mesma: Por que ler este livro?
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