"Somos feitos da matéria dos sonhos." E por aí vai. Shakespeare apresenta esta comédia que não faria a nenhuma pessoa rir neste doloroso e lastimável século XXI. Mas que nos faz pensar sobre sobre os limites da solidão, afinal temos um pai e sua filha solitários numa ilha. Os da traição: estão lá porque Próspero - o pai, antigo rei, foi traído por seu irmão. E mais. Muita magia. A tempestade que dá título à história foi evocada pela ,magia de Próspero, que fez um navio com seus inimigos naufragar na ilha que lhe servia de prisão e usá-los como marionetes para sua triunfal vingança. Mas vejam só, todos os elementos da tragédia estão aí, mas temos uma comédia e nela o perdão jogado na cara da platéia é quase uma ofensa. Sim. Também somos capazes de perdoar. Obrigado William.
Este é um blog pessoal, mas pode ser muito mais que isso. Uma propaganda de clássicos da literatura (ou não tão clássicos) (ou nem tão literatura), mas algumas indicações em poucas palavras do que me emociona em cada um dos livros que li, do meu percurso de bibliófilo, da minha vida voltada aos livros. Um ponto de partida virtual. A grande questão ao público neste espaço é sempre a mesma: Por que ler este livro?
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